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16 setembro 2025

A eficiência energética é hoje um dos pilares fundamentais para a construção de um futuro mais sustentável. Em Portugal, onde a transição energética avança a par de políticas ambientais como o Fundo Ambiental 2025, os consumidores são cada vez mais confrontados com escolhas decisivas sobre as fontes de energia que utilizam no seu dia-a-dia.
Mas será que optar por eletricidade para todos os usos é realmente a escolha mais eficiente? Ou será que manter e reforçar o papel do gás natural no lar continua a ser a opção mais racional, económica e sustentável?
A Portgás, através da iniciativa “É lar, é energia bem usada”, vem esclarecer dúvidas, desconstruir mitos e apresentar factos que ajudam as famílias a tomar decisões conscientes sobre como gerir a energia em casa.
Um lar eficiente não é apenas aquele que consome menos energia, mas sim o que usa a energia certa, no lugar certo, ao custo certo. A eficiência energética resulta da combinação de três fatores principais:
Consumo otimizado – escolher equipamentos que gastam menos energia.
Fonte adequada – utilizar a energia mais adaptada a cada necessidade.
Custo-benefício – garantir poupança imediata e previsibilidade a longo prazo.
Muitos consumidores são levados a acreditar que substituir tudo por equipamentos elétricos é sinónimo de maior eficiência. No entanto, estudos comparativos demonstram que, em vários usos domésticos, o gás natural continua a ser mais económico, fiável e confortável.
Na realidade, a pegada de carbono da eletricidade depende da forma como esta é produzida. Em Portugal, embora a produção renovável tenha aumentado, ainda existe dependência de fontes fósseis, sobretudo em períodos de maior consumo.
O gás natural, por sua vez, apresenta menores emissões de CO₂ quando comparado com carvão, gasóleo, propano ou butano, posicionando-se como um combustível de transição fundamental.
Os dados demonstram o contrário. Substituir equipamentos a gás natural por elétricos pode significar:
+4€ a +7€ mensais na cozinha, dependendo do perfil de utilização.
+24€ mensais no aquecimento de águas sanitárias.
Num agregado familiar, isto traduz-se em centenas de euros adicionais por ano, sem melhoria significativa na eficiência.
Pelo contrário, a rede de gás natural já está a preparar-se para integrar biometano e hidrogénio verde, tornando-se cada vez mais renovável e alinhada com as metas europeias de descarbonização.
Vantagens: controlo imediato da chama, rapidez no aquecimento, autonomia mesmo em falhas elétricas.
Custos: até 30% mais baratos face à indução, considerando energia e manutenção.
Esquentadores e caldeiras a gás natural oferecem disponibilidade contínua de água quente.
Equipamentos elétricos exigem termoacumuladores de grande capacidade, com elevado consumo e perdas térmicas.
A mudança para equipamentos elétricos implica, em muitos casos, reforço da potência contratada, obras elétricas e substituição de cablagens, o que representa investimento inicial elevado.
O gás natural, já disponível em milhares de habitações, garante infraestrutura pronta e fiável.
Segundo análises da Portgás, uma família que mantenha os seus equipamentos a gás natural pode poupar entre 200€ e 400€ por ano, em comparação com alternativas exclusivamente elétricas.
Ao longo de 10 anos, a diferença ultrapassa facilmente os 3.000€, valor suficiente para investir noutras melhorias de eficiência, como isolamento térmico, janelas eficientes ou painéis solares.
A neutralidade carbónica é um objetivo central da União Europeia e de Portugal. Contudo, esta transição precisa de ser equilibrada, segura e acessível para os consumidores.
O gás natural desempenha aqui um papel estratégico:
Menores emissões em comparação com carvão, fuelóleo, propano e butano.
Capacidade de adaptação à injeção de biometano e hidrogénio.
Flexibilidade para complementar a eletricidade renovável, evitando falhas no fornecimento em picos de procura.
Assim, manter o gás natural nos lares portugueses é não só uma escolha racional de hoje, como uma garantia de futuro sustentável.
Um lar eficiente deve ser também um lar seguro e confortável. O gás natural responde a estas necessidades com:
Fornecimento contínuo, sem depender da rede elétrica.
Autonomia em situações de falha de energia.
Menor necessidade de espaço para armazenamento, ao contrário de garrafas de gás propano ou butano.
Preços estáveis, historicamente menos voláteis que a eletricidade em mercados de maior procura.
Graças a iniciativas como o Fundo Ambiental 2025, os consumidores têm acesso a apoios à eficiência energética que podem ser utilizados em melhorias no lar:
Substituição de janelas.
Reforço de isolamento térmico.
Instalação de equipamentos mais eficientes, a gás ou híbridos.
Isto significa que não é necessário abandonar o gás natural para ser mais eficiente. Pelo contrário, investir em melhorias estruturais e manter o gás natural pode representar a solução mais equilibrada.
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